Limusine carioca

Sede de matar

Limusine carioca
Eu falo pras noivas, pras amantes e nossas viúvas
Que eu acordei com uma sede de matar
Faça uma reza

E avise pro infeliz
Que deu zebra, tem que apagar
E guardo um lugar no meu coração
Que é mais ágil
Que a foice
Que a morte carrega
E sossega
Que eu vou levantar

Aaaaaah Aaaah Aaaaah
Aaaaaah Aaaah Aaaaah

Rolaram-se os dados
Mas a casa não ganha não
À mesa posta, um café na mão
Sem sonho, sem guardião
Faça uma reza

Pra me deixar feliz
Não deu caça, tem que pagar
E Pra consolar, te pego na mão
Que é mais forte
Que o sangue
Que escorre
Das veias geladas
Do moço
Em baixo do chão

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