Sarina

O herdeio e a praga

Sarina
Distintas flores do amanhã
Trago embalado em papel de pão
Colho entre mil e outras vãs

Pra boca seca: A água
Que a fruta peca caia
E alcance o fim antes do tempo
Antes que doce fosse
Do amargo que trouxe
O pandegar dos pensamentos

Nem o sóbrio mais devoto pronto a questionar
Sem a certeza da sorte vai se acovardar
Nem o sóbrio mais devoto pronto a questionar

Do trigo se separa
O herdeio da praga
Sem semear os grãos enfermos
Me força e me declara
Convalescente a tara
De sabotar meus sentimentos

Nem o sóbrio mais devoto pronto a questionar
Sem a certeza da sorte vai se acovardar
Nem o sóbrio mais devoto pronto a questionar

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