Binha galvão

Tuas palavras

Binha galvão
Tuas palavras me vestem
Com fardas pesadas em tempos tão leves
Tuas palavras me ferem me tiram do sério
Desvendam mistérios

Ferem fundo bem fundo
Como se fossem provocadas por balas
Ferem fundo
Tuas palavras

Em desalento perco o rumo
Presumo desespero talvez distância
Na ânsia louca de encontrar respostas
Deixo o meu coração solitário à mostra

Em desespero viro nada
Fico do avesso perplexo
Diante das ações cotidianas
Que fazem dos meus atos simplesmente pacato
Simplesmente palavras

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