Juliano buteco

À carne e corte

Juliano buteco
À carne e corte


O açoite à carne e corte
Mal e bem, vida e morte
Mal amado e canhoto
O desvio, o anjo torto

O Fogo fátuo que encerra
O não germinar da terra
O apunhalar-se no escuro
O equilíbrio sobre o muro

Galopeando em rédeas soltas
Pela estrada da sandice
São oportunidades poucas
Para sair desta mesmice

Ibernei, agora acordo
Num minuto me transbordo
De vontade e potência
Rumo certo na cadência

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