O tao do trio

Sala de recepção rosa que te quero verde

O tao do trio
Habitada por gente simples e tão pobre
Que só tem o sol que a todos cobre
Como podes, mangueira, cantar?
Pois então saiba que não desejamos mais nada
A noite, a lua prateada
Silenciosa, ouve as nossas canções
Tem lá no alto um cruzeiro
Onde fazemos nossas orações
E temos orgulho de ser os primeiros campeões

Eu digo e afirmo que a felicidade aqui mora
E as outras escolas até choram
Invejando a tua posição

Minha mangueira da sala de recepção
Aqui se abraça o inimigo
Como se fosse um irmão

Verde como céu azul a esperança
Branco como a cor da paz ao se encontrar
Rubro como o rosto fica junto a rosa mais querida
É negra toda tristeza se há despedida na avenida
É negra toda tristeza desta vida

É branco o sorriso das crianças
São verdes, os campos, as matas
E o corpo das mulatas quando vestem verde e rosa, é
Mangueira
É verde o mar que me banha a vida inteira

Verde como céu azul a esperança
Branco como a cor da paz ao se encontrar
Rubro como o rosto fica junto a rosa mais querida
É negra toda tristeza se há despedida na avenida
É negra toda tristeza desta vida

É branco o sorriso das crianças
São verdes, os campos, as matas
E o corpo das mulatas quando vestem verde e rosa, é a
Mangueira
É verde o mar que me banha a vida inteira

Verde como céu azul a esperança
Branco como a cor da paz ao se encontrar
Rubro como o rosto fica junto a rosa mais querida
É negra toda tristeza se há despedida na avenida
É negra toda tristeza desta vida

Verde que te quero rosa (é a mangueira)
Rosa que te quero verde (é a mangueira)
Verde que te quero rosa (é a mangueira)
Rosa que te quero verde (é a mangueira)

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