Pêra illipronti

Ana beatriz

Pêra illipronti
Ana Beatriz, hoje acordei e resolvi escrever
Terminar o que sei de você, pra saber mais
Olha AnaBe, faz frio e você não esta aqui
E a distância insisti em me unir
A vontade que sinto
Me sinto um menino
Por não saber
O que acordar com você

Sinto em insistir, mas faço pro bem
E farei mais de cem, se me reprimir
Sei prometer, mas também sei cumprir
Sei resolver, mas também sei fugir

Tantas quantas minha esperança, de não tropeçar na dança
Pro amor da minha vida, o amor da minha vida
Sou calado e ao seu lado não preciso ser gentil
Deixa eu colocar um vinil
E te contar porque

As palavras são poucas, e os olhares são muitos
Vamos encostar nossas bocas, e trocar em miúdos
Os desejos sinceros, a saudade é que impera
O que me faz querer ta perto, é te proteger ter cautela
E o medo pode existir, e ódio pode nascer
Brigas podem fluir, mas só quero tremer minhas pernas ao lhe ver
Só quero tremer minhas pernas ao lhe ver

E se isso for ruim, que não tenha fim

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