Velhas virgens

Uma lágrima no rosto

Velhas virgens
A lágrima escura
Que escorre do seu rosto
Vem de um coração pintado
Maquiado...

Atrás do saltimbanco
Mendigando um afeto
Existe um homem cansado
Alucinado...

Um bobo, um clown, um palhaço
Um vagabundo como eu

Sob a camisa suja
E rasgada há tristeza
E um sentimento amordaçado
Dilacerado...
Atrás desse tolo,
Sem sorte e sonhador
Vive um ser crédulo
Desesperado

Um bobo, um clown, um palhaço
Um vagabundo como eu

Lá está ele, lá está ele com seu coração exposto
Lá está ele o artista, com uma lágrima no rosto

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